Festival Contrapeso #6: Less is More
Mákina de Cena
Sinopse
O Contrapeso é um festival de cruzamentos das artes performativas, organizado pela Mákina de Cena desde 2021. Ao longo das suas cinco edições, acolheu artistas e estruturas de referência nacionais, como a Companhia João Garcia Miguel, Bestiário, Nariguda, Companhia do Chapitô, Mário Delgado, Carlos Barretto, The Mingus Project e João Barradas, bem como nomes internacionais como Plexus Polaire, Lume Teatro, Adam Ben Ezra, Yessaï Karapetian e Luigi & Pasquale Grasso Quartet.
Em 2026, o festival regressa para a sua 6.ª edição, sob o mote Less is More. Depois de uma edição dedicada ao tema Arte e Academia, que reuniu sete dias de espetáculos, colóquios, concertos, workshops, masterclasses e conferências, o Contrapeso expande-se este ano a três cidades – Loulé, Faro e Lagoa – propondo uma programação mais concentrada e ambiciosa: menos dias, mas espetáculos de maior dimensão.
Ficha Técnica
Direção Artística e Programação: Carolina Santos e Marco Martins
Coordenação Produção: Ana Palmeiro
Coprodução: Cineteatro Louletano, Teatro das Figuras, e Auditório Carlos do Carmo
A Mákina de Cena é uma estrutura financiada pela República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes, e pelo Município de Loulé
Programa
Vincent Peirani – Jokers [fr]
28 Novembro | Cineteatro Louletano | 21h00
Música | M/6| 75 minutos | 12 € (Descontos aplicáveis) | COMPRAR BILHETE
Dia 28 de novembro, o Contrapeso recebe no Cineteatro Louletano, o virtuoso acordeonista francês Vincent Peirani, uma das figuras mais inovadoras do jazz europeu contemporâneo, para apresentar o projeto, Jokers.
Neste trio, acompanhado pelo guitarrista Federico Casagrande e pelo baterista e teclista Ziv Ravitz, Peirani explora novos territórios sonoros onde o jazz dialoga livremente com o rock, a eletrónica e a música cinematográfica. Mais do que uma simples fusão de estilos, Jokers constrói um universo musical marcado pela improvisação, pela criatividade e pela experimentação.
O acordeão, ampliado por subtis efeitos eletrónicos, assume uma dimensão inesperada, criando atmosferas e texturas que desafiam convenções. O repertório percorre referências tão diversas como Marilyn Manson, Bishop Briggs, Nine Inch Nails ou as paisagens cinematográficas evocadas por Nino Rota, revelando uma abordagem artística sem fronteiras.
Com Jokers, Vincent Peirani reafirma a sua capacidade de reinventar o instrumento e de expandir os limites do jazz contemporâneo, num espetáculo surpreendente, cinematográfico e profundamente pessoal.
Similar events
Comemorações dos 20 anos de abertura da Biblioteca | Critérios e Factores de Valorização do Livro – por Pedro Azevedo
Biblioteca Municipal Álvaro de CamposTavira
Fri, 23 Oct | 18:00